Perfil

Joaquim Manuel Clemente Fernandes tem 55 anos e vive em Cascais desde 1987.

Trabalhador da Câmara Municipal, exerceu diversas funções técnicas e de dirigente na área do Planeamento e Estatística; fez parte das várias equipas dos Planos Diretores Municipais, de 1993 a 2012. Atualmente exerce a sua atividade profissional na área dos Recursos Humanos.

Mestre em Estudos Regionais e Autárquicos é ainda licenciado em Sociologia do Trabalho e Pós-Graduado em Estatística e Análise de Dados, todos ministrados pela Universidade de Lisboa.

Conhecedor da freguesia, de forma empírica ou sistemática, sente-se verdadeiramente empenhado em resolver problemas do dia-a-dia com que se debatem as pessoas, bem como assume o combate às assimetrias e desigualdades da freguesia, pretendendo ser um verdadeiro representante e porta-voz dos residentes perante as demais autoridades, locais, regionais, nacionais e internacionais.

Princípios e Valores

“Ninguém pode estar bem consigo, se à sua volta existirem pessoas a viverem mal”


Este projeto é para todo os residentes de Cascais e Estoril.

Pelas pessoas que lutam diariamente em todas frentes. Destina-se também ao futuro e às novas gerações pois temos de restaurar os valores democráticos e a paz mundial. Porque a paz no mundo também começa nas ações das políticas locais, diminuindo os efeitos perversos da excessiva comunicação e a imagem como expediente politico através de eventos permanentes.

Prometemos e assumimos o compromisso do combate à linguagem bélica e agressiva, intimidatória para os opositores, contra o ódio e o ajuste de contas, ou pelas pessoas que não detenham o mesmo pensamento.

Desejamos que os residentes de Cascais Estoril observem a ação politica como fator essencial para no desenvolvimento sustentável e saudável da sua freguesia, incrementando a participação cívica e eleitoral, diminuindo a abstenção.

Temos de fazer diferente, fazer melhor, temos de elevar o nível.

Programa

Escola, ciência e investigação

Aprender a aprender o conhecimento

Este é o princípio que orienta a nossa candidatura. Por isso é com naturalidade que a Educação, em especial a Pública é o centro de todas as nossas atenções, sem hostilizar a Escola Privada.

A Educação Pública não serve a sociedade se for observada com meras campanhas de charme ou aplicações avulsas. É com tristeza que temos acompanhado a degradação da escola pública, das condições físicas, dos equipamentos, das condições de trabalho dos professores, profissionais e alunos. Só com a resolução profunda e estruturada destes problemas a escola pública resultará numa sociedade mais justa, com igualdade de oportunidades independentemente da origem dos nossos alunos.

Temos de colocar a educação, como chave do desenvolvimento para o combate às desigualdades sociais e à intolerância.


Cultura, património e associativismo

Necessitamos urgentemente de uma verdadeira política Cultural e do Património Imaterial.

A arte é expressão dos sentimentos profundos, individuais e coletivos de todos nós, é a expressão dos nossos espíritos, das nossas emoções.

A arte e cultura também é manifestação de contra poder e da independência das ideias e pensamento.

Por isso assumimos uma estratégia cultural e associativa onde todos possam exprimir os seus sentimentos e não só para aqueles que estão próximos do poder ou dependentes financeiramente do executivo.


Ação social, inclusão, igualdade e família

Na Acão e Integração Social, temos de acentuar o combate à violência doméstica,

Lutar contra a discriminação racial

Porque Cascais Estoril tem tradição de acolher as comunidades imigrantes e minorias étnicas, até de refugiados políticos e de guerra.

Assumimos o compromisso de requalificar bairros periféricos do centro de Cascais e Estoril, cujo abandono e esquecimento são bem visíveis na atualidade. Estas ações terão como objetivo tornar a inclusão social e a igualdade, prioridades para acentuar a coesão e a igualdade de oportunidades.


Território e espaço público

O urbanismo é uma das atividades centrais do poder autárquico. Porque é no poder autárquico que se concentram grande parte das competências na gestão, ordenação, regulação e ocupação do território. Desde a simples autorização da colocação dum toldo num estabelecimento comercial, à passagem de certidões, ou intervenções estruturantes, a junta de freguesia não pode deixar de ser voz ativa na defesa dos interesses legítimos dos seus residentes. Por isso, a aplicação de taxas aos residentes terá de ser reavaliada, bem como burocracia inerente, incrementando nos serviços espirito de proximidade e facilitador na resolução de problemas.


Relançar a reabilitação urbana, incentivar a economia e o emprego

Porque temos de promover a reabilitação dos edifícios degradados e a reocupação dos edifícios e fogos devolutos. Os novos desafios no sentido da regeneração dos centros históricos dependem, das políticas locais relativamente às expetativas criadas aos agentes económicos:

  • Apoiar a oferta de nível alto, a especialização e os ramos benéficos para a imagem do Centro Histórico;
  • Assegurar a manutenção de uma elevada centralidade funcional, valorizando património, as atividades culturais, o comércio e os serviços;
  • Combater a perda de centralidade funcional resultante da tendência de dispersão urbana e da emergência de novas centralidades periféricas;
  • Contrariar a fuga de funções, em especial das de hierarquia superior (serviços públicos de prestigio);
  • Definir o zonamento das atividades de comércio e restauração através de eixos ou praças;
  • Desenvolver novos modelos de gestão comercial norteados por uma visão de conjunto dos Centros Históricos, semelhante à que se observa nos centros comerciais;
  • Diminuir o peso da excessiva regulamentação e burocracia;
  • Incentivar a utilização do transporte público;
  • Manter serviços públicos de hierarquia elevada que prestigiem os Centros Históricos e atraiam população;
  • Planear tráfego e parqueamento;
  • Valorizar os espaços públicos e o mobiliário urbano.

A imagem, o marketing, a comunicação e os eventos de consumo rápido de forma excessiva vão se repetindo dando uma ideia, errada, de dinamismo do centro histórico, uma vez que esse dinamismo só será uma realidade com a reabilitação urbana efetiva.

(O exemplo de reabilitação efetuada na Avenida Valbom não mais foi repetido nem repensado para outros locais centrais.)


Turismo, internacionalização e marketing territorial

No presente, a comunicação e imagem sobrepõem-se a tudo, mesmo aos valores civilizacionais mais básicos, confundindo a opinião pública e a população em geral.

Apostamos na recuperação da marca internacional "Estoril" em simultâneo com a de "Cascais".

A marca Estoril marcou de forma irreversível toda a região de Lisboa acentuando o cosmopolitismo e a internacionalização de Portugal e da Região da Costa do Estoril.

O PS propõe uma revitalização turística regional articulada, com restantes municípios limítrofes, Lisboa, Oeiras, Sintra e outros.


Ambiente e sustentabilidade

A ação política faz sentido, se garantir o futuro das gerações do futuro. Necessitamos urgentemente que a afirmação destas políticas tenha representações simbólicas, como por exemplo a atribuição das Bandeiras Azuis nas nossas praias, símbolo de qualidade internacional;

Qual é a monitorização rigorosa da qualidade do ar que respiramos no centro histórico?

Assumimos o compromisso de recuperar as bandeiras azuis para as nossas praias e de recuperar para o centro histórico, o medidor de qualidade do ar.


Mobilidade e coesão territorial

A mobilidade sempre foi um grande problema para os residentes da Freguesia de Cascais Estoril e restante Concelho. A Geografia física não ajuda, algumas das ruas ou avenidas são estreitas, muitos arruamentos não têm passeios, e alguns são ocupados por árvores ou mobiliário urbano ou estacionamento indevido. Por isso a estratégia adotada do isolamento do município face à restante área metropolitana de Lisboa não inspira nada de positivo no futuro.

Por outro lado, utilizar o "MobiCascais" apenas como propaganda eleitoral não serve os residentes de Cascais Estoril.

Temos de refletir seriamente sobre o direito à mobilidade

O PS tem um conjunto de propostas concretas, como por exemplo; estudar com seriedade um novo local para a terminal rodoviário em Cascais de forma a servir de forma eficaz e digna, os passageiros que utilizam diariamente este meio de transporte, ajustar os horários às necessidades das pessoas e alargamento da oferta considerando novas opções de mobilidade como o Metro Bus.


Aproximar os eleitores dos partidos políticos, diminuir a abstenção

Nas eleições autárquicas deste ano de 2017, esperava-se que o nível do combate político e das ideias fosse elevado, colocando as discussões sobre o desenvolvimento e o futuro do concelho na primeira linha. A coligação que gere atualmente a CMC já mostrou, porém, que só está interessada nos habituais truques de comunicação e em iniciativas públicas ininterruptas. Nas redes sociais são os habituais discursos de ódio, de ressentimento, da linguagem bélica, do ajuste de contas, da humilhação pública e privada, das perseguições, das calúnias e infâmias contra pessoas com pensamento diferente.

Esta não é a melhor forma de trazer os cidadãos para o debate politico nem de combater a abstenção.

O PS propõe-se fazer rodar as assembleias de freguesia pelas localidades para que os cidadãos possam mais facilmente participar nas mesmas e descentralizar as mesas de voto.

Equipa

1Joaquim FernandesTécnico Superior
2José Luís RochaGestor
3Nazaré FernandesBancária
4António SilvaReformado
5Frederico MartinsEstudante
6Ângela FerreiraArquiteta
7Henrique VelezTécnico Superior
8Helder FerreiraAdvogado
9Ana NogueiraBibliotecária
10João Pedro PereiraBolseiro de Gestão de Ciência e Tecnologia
11Duarte Amaral SoaresActor
12Sofia CruzJurista
13Amadeu Vara FernandesPagador de Banca
14José SilvaReformado
15Mariana MurtaReformada
16Vítor CoelhoReformado
17Pedro MachadoAssistente Técnico
18Isabel FernandesEstudante
19Francisco NunesDirigente IGF da Seg. Social
20Mário Leão PereiraReformado
21Wanda GuimarãesDeputada
22Álvaro Santos SilvaReformado
23David GouveiaReformado
24Rosa FerreiraDoméstica
25Gonçalo DuarteAssistente de Apoio ao Visitante
26António GonçalvesReformado
27Paula SilvaDesempregada
28Carlos JoséReformado
29João ProençaFunc. Público